06 fevereiro 2019

Embalagens aliam conveniência e praticidade ao consumidor ao mesmo tempo em que levam mais eficiência à indústria
O ritmo acelerado dos grandes centros urbanos abriu espaço para mudanças profundas no comportamento do consumidor nos últimos anos. É cada vez mais escasso o tempo que o brasileiro passa dentro de casa, o que faz com que em suas tomadas de decisão ele priorize cada vez mais  atributos relacionados a conveniência e praticidade – pesquisa da Tetra Pak já elencou este como um dos motores que impulsiona o consumo no setor de alimentos e bebidas.

Na esteira das mudanças notadas nos últimos anos, a indústria precisou rever a sua oferta fazendo adaptações ou introduzindo novas categorias ao seu portfólio de produtos. Assim como alimentos previamente lavados e cortados ganharam enorme espaço nas prateleiras dos mercados nos últimos anos, nos próximos veremos alimentos industrialmente cozidos ganhando a preferência do brasileiro.

A opção de alimentos cozidos deverá crescer como uma opção prática e conveniente para o consumidor. A oferta de leguminosas como feijão, ervilha, milho, lentilha, grão de bico e seleta que já estão disponíveis hoje, deverá avançar para novas categorias, como carnes, atomatados e pet food. O avanço se dará em reflexo aos avanços tecnológicos notados na indústria de embalagens, que vão permitir que novos tipos de alimentos cheguem às prateleiras esterilizados e já cozidos. 

“Hoje encontramos nesse tipo de embalagem um grande potencial de mercado. Elas permitem que os consumidores ampliem as opções de alimentos práticos, levando em conta qualidade, segurança do alimento e uma embalagem ambientalmente responsável”, diz Cassio Simões, diretor de Vendas da Tetra Pak Brasil.

A companhia conta em seu portfólio de embalagens com a Tetra Recart®. Desenvolvida para produtos sólidos e semi-sólidos, ela recebe o alimento durante o processo de envase, seguindo para equipamentos de autoclaves que submetem o conteúdo no interior da caixinha a altas temperaturas, proporcionando o seu cozimento e esterilização. 

Segundo Simões, o Brasil deve seguir caminho similar ao de países como Suécia e Estados Unidos, onde a oferta de alimentos cozidos em caixinha tem ganhado relevância. Por aqui, um dos segmentos que a Tetra Pak quer focar é na categoria de atomatados, que vem crescendo nos últimos anos. Segundo a Kantar Worldpanel, no biênio 2014/2016, houve um crescimento de 3,1% em volume. Já no biênio 2016/2018, a categoria avançou 4,2% em volume e de 4,3% em valor de mercado. 

Eficiência na cadeia de distribuição

A oferta de alimentos cozidos em caixinha também traz ganhos à cadeia logística. Por ter formato retangular, a embalagem cartonada permite acomodar mais unidades por palete, oferecendo maior agilidade na reposição da mercadoria, uso eficiente de espaço e redução do custo direto por produto (DPC). 

No caso da Tetra Recart®, estima-se que a embalagem otimize em 18% o espaço utilizado por palete, além de ocupar 40% menos espaço na prateleira em comparação com outros formatos, o que torna a sua apresentação ao consumidor final visualmente mais uniforme e atrativa.

Por ser mais leve e de fácil manuseio (seja por humanos ou por robôs operando centros de armazenagem e distribuição), a embalagem também é interessante para modelos de distribuição via e-commerce.

Saiba mais sobre a Tetra Recart®
 
<< Voltar